A gestão de pedidos é a espinha dorsal de qualquer laboratório dentário. Quando funciona bem, toda a operação flui sem problemas. Quando funciona mal, passa-se o dia ao telefone a confirmar em que fase está um caso e porque ainda não foi enviado.
Este artigo descreve os padrões de gestão de pedidos que funcionam em laboratórios dentários modernos que processam entre 100 e 5.000 casos por mês, e como as ferramentas digitais transformam cada etapa num fluxo de trabalho repetível.
A gestão de pedidos num laboratório dentário é muito mais do que receber um pedido. Abrange seis processos interligados:
Cada minuto de fricção na receção multiplica-se ao longo de todo o caso. Uma clínica que tem de ligar para "perguntar o que é necessário" é uma clínica que acabará por ligar para outra pessoa.
Um formulário digital de receção dá-lhe:
Uma clínica que sabe exatamente o que preencher coloca um pedido em três minutos. Uma clínica que tem de perguntar demora trinta.
Cada caso no seu laboratório passa por uma sequência de fases. As fases exatas dependem do produto, mas o padrão é o mesmo: cada fase tem um responsável, uma duração esperada e uma condição clara de "concluído".
Uma coroa típica, por exemplo, passa por:
Quando as fases são visíveis para todos — técnicos, o gestor do laboratório e a clínica — três problemas desaparecem ao mesmo tempo: ninguém pergunta "onde está o meu caso", ninguém pega no caso errado e ninguém é surpreendido por um atraso na entrega. Uma plataforma com um quadro de casos integrado (cartões a mover-se entre colunas) transforma isto num simples olhar.
Um erro comum em laboratórios em crescimento é continuar a atribuir casos por tradição: "os anteriores superiores vão para a Maria, os implantes sempre para o David". Funciona até o volume duplicar. Depois, a Maria está a 130% da capacidade e o David a 60%, mas ninguém sabe porque ninguém está a olhar para o quadro.
Um sistema digital de gestão de pedidos permite-lhe:
Os prazos de entrega matam os laboratórios que os controlam em folhas de cálculo. A solução é simples: cada caso tem uma data-alvo de envio, e a plataforma destaca os casos em risco com base na progressão das fases versus os dias de calendário restantes.
Deve ser possível abrir o painel de controlo às 8h da manhã e ver imediatamente:
Tudo o resto pode esperar.
Uma clínica que pode ver o estado de cada caso a qualquer momento deixa de ligar. Essa é toda a promessa de uma plataforma de gestão de pedidos.
A melhor prática é uma cronologia por caso que mostra mudanças de fase, ficheiros anexados, mensagens entre laboratório e clínica, e a data de entrega prevista. Notificações push quando uma fase muda são ainda melhores, mas só a cronologia já elimina 80% das chamadas.
A gestão de pedidos liga-se diretamente à faturação. Quando um caso é marcado como "enviado", está pronto para ser faturado. Quando o mês termina, a plataforma agrupa os casos por clínica e gera a fatura.
Este é o momento em que a maioria dos sistemas antigos falha: os casos estão numa ferramenta, os preços noutra, as faturas numa terceira. Com uma plataforma unificada, a fatura é o último passo natural do caso. Abordamos a vertente financeira em detalhe no nosso guia de faturação para laboratórios dentários.
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Um laboratório que mede as coisas certas melhora a cada trimestre. Acompanhe: